Em Cortejo, de Marilis Cagna, as ruas de Cachoeira e a devoção da Irmandade da Nossa Senhora da Boa Morte tornam-se palco para uma investigação sobre a existência. Entre a força ancestral gerada no ventre materno e o mistério inescapável da finitude, a obra entrelaça o sagrado, o efêmero e o imponderável. Cortejo é uma travessia sobre a vulnerabilidade, a memória e o sopro vital que nos conecta a todos.







fotografias. Marilis Teresa Cagna
edição. Marilis Teresa Cagna, Marcelo Greco
design. Helena Rios
texto. Marilis Teresa Cagna
texto página 40. João Guimarães Rosa, Bibliocausto. In: Magma, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. p. 138-139
impressão. Gráfica Águia
tiragem. 50
ISBN. 978-65-02-16894-3
Impressão offset digital sobre papel Arena 160gsm
Impresso em São Paulo, em junho de 2026